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A importância do filtro de cabine para ar-condicionado em carros

Há diversos filtros no carro. Há um para o combustível, outro para o óleo do motor e outro para o ar que entra no coletor de admissão. Porém há um tipo que muitos desconhecem, mas que tem a função de proteger a peça mais importante de qualquer automóvel, que é o motorista. Estamos falando do filtro de cabine.

Além de papel especial, utiliza também carvão ativado, que aumenta a capacidade de reter odores indesejáveis.

Vilões do consumo

Essa peça possui uma particularidade ignorada pela maioria dos motoristas. Diferentemente dos outros filtros, o de cabine não tem troca por prazo ou quilometragens preestabelecida.

“A durabilidade depende de onde o motorista circula. Se ele rodar sempre em vias urbanas com alto tráfego de caminhões, ou em estradas de terra, o filtro chega a se saturar em poucos meses”, afirma Antônio Gaspar, diretor técnico do Sindirepa-SP (sindicato das oficinas de São Paulo).

O filtro prejudica o funcionamento do ar-condicionado, reduz o fluxo de ar para a cabine e permite a proliferação de bactérias e fungos causadores de maus odores e até doenças respiratórias. E como saber a hora da troca? A questão é difícil de responder, mas há algumas dicas.

“A primeira pista é o fluxo de ar nos difusores do painel”, diz Rogério Marcos Rovella, dono da Ar Car, oficina especializada em ar-condicionado. “Se o motorista está acostumado com um determinado tipo de ‘vento’ na posição 2 do ventilador e de repente precisa passar para a 3 ou 4 para ter o mesmo efeito, é um indício de saturação”, diz.

Outra dica é o cheiro. “Certos odores que o motorista atribui a alguma sujeira que ficou impregnada no estofamento podem, na verdade, vir do filtro de cabine. Fazendo a troca, os maus odores desaparecem ou diminuem”, afirma Gaspar.

Na falta de outros parâmetros, o ideal é fazer uma checagem periódica. “Toda vez que o carro for para a manutenção, é aconselhável pedir para olhar o filtro de cabine”, afirma Oliveira.

A esta altura, se você gosta de fazer alguns reparos por conta própria, deve estar procurando a caixa de ferramentas para olhar o filtro de cabine do seu carro.

Mas aqui há uma má notícia: a localização da peça varia de carro para carro, e em alguns modelos o filtro fica dentro do painel, com acesso difícil.

A segunda: apesar da sua importância, principalmente nos grandes centros urbanos, o filtro de cabine nem sempre está presente. Nem mesmo nos carros equipados com ar-condicionado. “Nos veículos produzidos antes de 2000, o filtro de cabine era raro. Hoje ele é mais comum, mas há casos de carros sem ar-condicionado que têm filtro e vice-versa”, diz Gaspar.

No caso dos carros que possuem a estrutura para receber o filtro, mas saem de fábrica sem a peça, Rovella recomenda a instalação.

Filtro de cabine do Hyundai HB20Filtro de cabine do Hyundai HB20, por exemplo, fica atrás do porta luvas(Acervo/Quatro Rodas)

Nesse caso, o acesso é fácil e o exame é visual: enquanto um filtro novo é amarelado, quase branco, o saturado é cinza-escuro ou preto.

Atenção: se você se aventurou a fazer a verificação, há outro truque que ajuda a evitar maus odores. Mesmo com o filtro predominantemente limpo, pequenas manchas podem indicar a presença de colônias de bactérias.

Nesse caso, faça a substituição da peça e aproveite para pedir uma higienização do sistema antes que os microrganismos proliferem pela tubulação.

Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/a-importancia-do-filtro-de-cabine-para-ar-condicionado-em-carros/

Lubrificante automotivo e suas variações

A primeira coisa que você precisa saber é diferenciar os três tipos de óleo presentes no mercado: mineral, sintético e semissintético.

Viscosidade dos óleos lubrificantes
                                                                       Viscosidade dos óleos lubrificantes

Fonte: Egu motors

Óleo Mineral 

O óleo lubrificante mineral é produzido a partir de uma combinação de óleos básicos minerais obtidos pelo processo de refino do petróleo e aditivos. É o tipo de lubrificante mais comum do mercado, utilizado desde os primórdios da evolução dos motores a gasolina e diesel.

Características:

  • mais barato;
  • atende as exigências de motores mais antigos;
  • menor durabilidade, fazendo com que sua troca seja mais frequente.

Óleo Sintético

óleo lubrificante sintético é produzido a partir de uma combinação de óleos básicos sintéticos e aditivos. Seu moderno processo de produção dá ao lubrificante sintético características mais robustas que os óleos minerais. Possui excelente performance em condições severas de uso, como o trânsito pesado das grandes cidades. É a melhor relação custo x benefício para os motores modernos rodando nas ruas e estradas do país.

Recapitulando:

  • maior durabilidade;
  • pode substituir óleos minerais e semissintéticos;
  • ideal para carros com motores modernos;
  • pode gerar economia de combustíveis (se forem de baixa viscosidade).

Óleo Semissintético

óleo lubrificante semissintético é elaborado por aditivos e pela mistura proporcional de óleos minerais e sintéticos, reunindo as melhores propriedades de cada tipo e barateando o custo. Esta categoria apresenta performance excelente juntos aos motores que temos no mercado.

Então:

  • preço intermediário, proporcionando boa relação custo/benefício;
  • durabilidade intermediária entre os lubrificantes minerais e os sintéticos;
  • podem gerar economia de combustíveis (se forem de baixa viscosidade).

Classificação API

API (American Petroleum Institute) é uma organização que estabelece os requisitos mínimos de desempenho para os óleos lubrificantes para motores, classificando-os em dois grupos:

  1. Lubrificantes para motores leves, casos de álcool, gasolina e GNV
  2. Lubrificantes para motores pesados, a base de Diesel

A classificação API é estabelecida de acordo com performance do lubrificante em vários testes, e fica determinada por um conjunto de 2 letras sempre apresentadas na embalagem.

A primeira letra sempre será S para lubrificantes de motores leves (gasolina, álcool e GNV), e C para lubrificantes para motores a diesel.

A segunda letra sempre se refere a severidade do lubrificante. Quanto maior a letra (seguindo a sequencia do alfabeto), mais robusto é o lubrificante. Para ficar fácil: um produto API SL é mais robusto que um SJ, que por sua vez não é tão robusto quanto um SM, e por aí vai.

Funciona da mesma maneira para veículos a Diesel. Lubrificantes CI-4 são mais desenvolvidos que um CH-4. Como você pode notar, o “I” vem depois do “H” no alfabeto. É especialmente importante você entender essa regra para não ter mais dúvidas e conseguir explicar ao cliente porque usar esse óleo em vez daquele.

Nos dois casos, é fundamental entender a recomendação do fabricante de cada veículo. Importante: não se deve usar classificação API anterior à recomendada.

Viscosidade

A viscosidade indica a fluidez do óleo a determinada temperatura. Um lubrificante flui com mais dificuldade no frio do que no calor. Quem define a viscosidade de cada óleo lubrificante é o grau SAE – criado pela Society of Automotive Engineers ou Sociedade dos Engenheiros Automotivos.

Quanto maior o grau SAE do óleo, maior a viscosidade. Portanto, um lubrificante SAE 40 é menos viscoso que um SAE 50.

A maioria dos carros trabalha com óleos multiviscosos. Eles têm a capacidade de se adequar às temperaturas da seguinte maneira: vamos pegar como exemplo um óleo lubrificante SAE 20W-50. Ele é fluido como um 20W quando a temperatura está baixa (na partida do motor) e tão viscoso quanto um SAE 50 em picos de calor no motor (carro em movimento).

Agora, digamos que o cliente está usando um óleo SAE 15W-40 indicado no manual do veículo. Não há problema em usar um lubrificante SAE 5W-40 ou 10W-40. Por outro lado, um SAE 20W-40 não serviria por ser viscoso demais no momento da partida e não conseguiria fluir para alcançar todos os pontos de lubrificação.

Da mesma forma, um SAE 15W-50 é muito viscoso e poderia prejudicar a economia de combustível e causar aumento de temperatura, resultando no envelhecimento precoce do lubrificante.

Siga o manual do proprietário do veículo para escolher o lubrificante automotivo ideal

Então, como saber qual a classificação API ou viscosidade SAE ideais para o carro do cliente? Pelo manual do proprietário. Essa é a melhor orientação possível. Além do nível de desempenho e da viscosidade, esse documento também se refere  às normas específicas de cada montadora que o óleo lubrificante deve atender. O que está escrito ali é a indicação feita após inúmeros testes e anos de pesquisa para o desenvolvimento de cada carro.

Se o cliente não tiver essa documentação em mãos, o carro for muito antigo ou as especificações estiverem desatualizadas, você deve usar os critérios que explicamos acima. Algumas perguntas básicas que você pode fazer:

  • Qual óleo você costuma usar?
  • Já teve problemas de borra no motor?
  • Com que frequência você usa o carro?
  • Quanto você pode pagar em um óleo lubrificante?

Um produto que resolva os problemas do cliente e cumpra o prometido é chave para que ele volte daqui a seis meses na sua troca de óleo.

fonte:https://blog.texaco.com.br/havoline/lubrificante-automotivo-ideal/

O que pode fazer seu carro gastar mais combustível do que deveria?

O consumo de combustível sempre foi uma das principais preocupações dos motoristas em relação aos seus carros, ainda mais em tempos bicudos – esta é, invariavelmente, uma das informações mais requisitadas pelos nossos leitores sobre as novidades que chegam ao mercado. Mas, além das características próprias de cada marca/modelo/versão, existem outros fatores que entram nessa conta do consumo de combustível. Quem nunca ficou de queixo caído ao saber que um parente, amigo ou conhecido, dono de um modelo igualzinho ao seu, consegue uma média de consumo bem melhor ou pior que a sua?

Para entender essa questão, procuramos o engenheiro Francisco Satkunas, conselheiro da SAE BRASIL – Sociedade de Engenheiros da Mobilidade, que listou os principais fatores que influem no consumo de combustível de um veículo.

Calibragem errada dos pneus
Eles são o único ponto de contato do veículo com o solo. Os pneus, portanto, tem um papel crucial em qualquer questão de consumo de combustível – mais especificamente, devido à sua resistência ao rolamento. E é exatamente por isso que os chamados “pneus verdes” estão se popularizando cada vez, uma vez que eles ajudam a reduzir o consumo de combustível por terem uma baixa resistência ao rolamento.

No dia a dia, o motorista deve ficar atento à calibragem dos pneus com a pressão recomendada pelo fabricante, que deve ser feita pelo menos a cada 15 dias – ou semanalmente, se você roda por vias em mau estado de conservação, cheias de buracos e irregularidades. “Pneus com pressão 10% abaixo do recomendado pelo fabricante podem, dependendo de características do veículo, em um aumento no consumo de combustível entre 6% e 10%, pois aumenta a sua resistência ao rolamento”, alerta Satkunas.

Carro cheio

Se você vai viajar com o carro cheio de passageiros e de bagagem, é essencial calibrar os pneus para esta situação. Todos os modelos possuem uma pressão recomendada para quando o veículo está carregado – informação que consta no manual do proprietário e, na maioria dos modelos, em uma etiqueta localizada na porta do motorista, coluna central ou na portinhola de abastecimento. A calibragem correta, além de economizar combustível, também contribui para prolongar a vida útil dos próprios pneus.

Rodas desalinhadas

Além disso, o desalinhamento das rodas também provoca maior resistência ao rolamento dos pneus – e, por consequência, aumento no consumo de combustível. Por isso, o alinhamento deve ser feito a cada 10 mil quilômetros – ou sempre que você pegar algum buraco de forma mais brusca. Fique atento, também, a esses sintomas: pneu “cantando” em curvas de baixa velocidade e desgaste excessivo nos ombros do composto são os sinais mais claros de que as rodas precisam ser alinhadas.

Filtros de ar 

Além dos pneus, alguns itens de manutenção tem relação direta com o consumo e estão entre os primeiros suspeitos quando o consumo de combustível de um carro aumenta com a mesma rotina (mesmo motorista, percurso e horários). O primeiro item é o filtro de ar, que pode estar sujo e precisa ser substituído. “Nessa situação, o fluxo de ar fica reduzido e a central eletrônica faz a compensação injetando mais combustível”, explica Satkunas. “O aumento no consumo pode chegar a até 8%.”

Por isso, siga a quilometragem indicada pelo fabricante para a substituição do filtro de ar. Se a utilização for em condições severas – como uso diário em estradas de terra ou em congestionamentos com grande concentração de poluição – essa quilometragem deve ser reduzida pela metade (Satkunas explica que a fuligem da poluição tem efeito similar ao das partículas de terra). Em situações muito extremas, é recomendável levar o carro até uma concessionária ou mecânico de confiança para checagem do filtro.

Velas sujas e defeitos nas bobinas

Outros problemas que afetam diretamente o consumo de combustível são velas sujas, defeitos nos cabos de vela ou nas bobinas. Esses problemas podem ser identificados com relativa facilidade, pois provocam redução de potência e falhas na aceleração.

Ar-condicionado

Os departamentos de engenharia das marcas trabalham exaustivamente em cima da aerodinâmica dos seus modelos, sempre em busca de pequenos detalhes no design da carroceria que permitam ao veículo cortar o ar de forma mais eficiente. Já no dia a dia, a principal influência do motorista nesse ponto é a abertura das janelas – de onde nasce a dúvida: é mais econômico rodar com o ar-condicionado ligado ou com com as janelas abertas? A recomendação de Satkunas é de sempre fechar as janelas e usar o ar-condicionado ao rodar acima de 40 km/h. “A partir dessa velocidade, o consumo começa a aumentar em torno de 2% a 3%, acima do que se perde com o ar ligado”.

No entanto, Satkunas faz algumas ressalvas. “No meio da cidade, mesmo rodando devagar, muitas vezes não é seguro abrir as janelas”, diz. “Por outro lado, muitas vezes a temperatura ambiente já caiu, mas o motorista esquece de desligar o ar-condicionado”. Então, fique atento e desligue o sistema de climatização sempre que possível. Vale lembrar que alterar a temperatura ou diminuir a velocidade da ventilação não alteram o consumo, uma vez que o compressor continua funcionando da mesma maneira.

Por fim, é possível economizar um pouco de combustível desligando o ar-condicionado um pouco antes de se chegar ao destino. Isso também pode ajudar a sua saúde, já que a prática seca os dutos e o filtro da cabine, reduzindo a ocorrência de fungos no sistema – o que causa aquele mau-cheiro característico.

Excesso de peso

Não é por acaso que todas as fabricantes de veículos trabalham intensamente para reduzir o peso dos seus carros. Em todos os grandes mercados mundiais, as empresas precisam atender à metas de redução de consumo de combustível que estão cada vez mais rígidas. “Quanto maior a massa a ser deslocada, maior o consumo de combustível”, resume Satkunas. Mas o motorista também precisa fazer a sua parte: não utilize o porta-malas do veículo como um guarda-volumes, transportando itens desnecessários.

Além disso, Satkunas também dá uma dica para motoristas que rodam pouco diariamente e enchem o tanque a cada duas semanas ou mesmo em um mês. “Ao encher o tanque e demorar tanto para consumir o combustível, do ponto de vista da engenharia, o motorista está carregando um peso morto durante a maior parte dessa quilometragem”, explica. Nesse caso, ao invés de encher o tanque, o motorista pode abastecer meio tanque ao invés de completar, aumentando o número de visitas ao posto.

Fonte:https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2018/03/o-que-pode-fazer-seu-carro-gastar-mais-combustivel-do-que-deveria.html

5 Tipos de higienização para o seu carro

Além das diversas opções de higienização disponíveis por aí,os preços variam muito, principalmente de acordo com o tamanho do automóvel. Pensando na grande variedade de serviços de limpeza oferecida, separamos cinco tipos que vão além da lavagem convencional.

Veja abaixo:

  1. Lavagem a seco
    Também conhecida como lavagem ecológica, ajuda na manutenção do interior e da pintura do carro, já que cria uma película protetora que dificulta a aderência da sujeira.
  2. Lavagem com água e snow foam
    Nessa opção já se utiliza uma quantidade mínima de água – no caso, da WashUp, são apenas dois baldes – e uma espuma de pré-lavagem (snow foam) para reduzir a sujeira. O serviço serve também como etapa anterior ao procedimento de polimento e deve ser realizado anualmente.
  3. Lavagem a vapor
    A lavagem a vapor é recomendada para a manutenção da pintura e do interior do carro e pode ser feita a cada seis meses. Caso queira vender seu veículo, uma lavagem a vapor detalhada é recomendada.
  4. Purificação de ar
    O nome é auto explicativo; se você quer se livrar de um cheiro desagradável, este é o serviço certo. Por meio da ação do ozônio, ele tira cerca de 90% dos micro-organismos que poluem o interior do carro.
  5. Higienização
    Este processo é o mais completo. Além de lavar e aspirar, busca limpar profundamente porta-malas, bancos, painéis, etc. Como é um serviço mais detalhado e, portanto, mas caro, a DryWash o recomenda apenas em casos mais extremos.

 

fonte:https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2016/08/5-tipos-de-higienizacao-para-o-seu-carro.html

QUANDO DEVO TROCAR O ÓLEO DO CÂMBIO?

Volkswagen Gol ganha câmbio automático (Foto: Divulgação)

Assim como o motor, o câmbio do carro também utiliza óleo lubrificante, que tem como função primordial reduzir o atrito e, dessa forma, preservar as peças móveis do desgaste. No entanto, existem algumas peculiaridades que exigem atenção do proprietário, que detalhamos a seguir.

Câmbio manual
Os automóveis atuais equipados com câmbio manual não precisam de troca. “A tecnologia dos lubrificantes evoluiu muito e hoje eles são do tipo ‘lifetime’, ou seja, duram por toda a vida útil do sistema”, explica Francisco Satkunas, conselheiro da SAE, Sociedade dos Engenheiros da Mobilidade. “A construção das transmissões também evoluiu muito nesse sentido.” Dessa forma, somente é necessário a substituição do lubrificante se ocorrer algum vazamento ou em caso de reparo. Por isso, fique sempre de olho se o carro apresenta perda de óleo e confira no manual do proprietário o prazo recomendado para realizar a verificação periódica do nível do lubrificante.

Nas caixas automatizadas, que utilizam o mesmo sistema de embreagem e engrenagens dos câmbios manuais (só que acionadas por atuadores eletro-hidráulicos ou elétricos) o procedimento tende a ser o mesmo. Já as de dupla embreagem, imersas em óleo, podem demandar trocas periódicas, já que pode haver contaminação por conta do atrito dos discos. Seja qual for o caso, siga sempre as recomendações da fabricante.

Automáticos
Os câmbios automáticos, em geral, demandam a substituição periódica do óleo, embora em intervalos bem maiores que os exigidos pelo lubrificante do motor. “A transmissão automática utiliza discos de fricção imersos em óleo, além do conversor de torque, que usa óleo em seu interior”, explica Gerson Burin, coordenador técnico do Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária). “O atrito por escorregamento pode provocar a contaminação do óleo por fragmentos, daí a necessidade de substituição.”

A periodicidade das trocas varia bastante, conforme a especificação do lubrificante e também da construção do sistema. Há desde recomendações para trocas a cada determinada quilometragem ou tempo, como o óleo do motor, como a indicação de substituição apenas se for constatada necessidade nas verificações periódicas.

Já a checagem periódica do nível do óleo da transmissão automática também requer atenção. Mas, antes abrir o capô, saiba que diferentes fabricantes e modelos possuem procedimentos diferentes (como aquecimento do veículo e posição da alavanca), sempre descritos no manual. Se as recomendações não forem seguidas à risca, a checagem não exibirá o nível correto, podendo levar a um diagnóstico equivocado de vazamento.

Fique atento também a manchas de óleo no piso da garagem, sinal de possíveis vazamentos. Burin ainda dá outro alerta: jamais utilize especificações diferentes das indicadas pela fabricante do carro, pois há o risco de mau funcionamento ou até mesmo a quebra da transmissão – cujo reparo tem custo bastante elevado. Por fim, vale dizer que as mesmas recomendações para os automáticos valem para as transmissões do tipo CVT, de demandas parecidas no que diz respeito ao lubrificante.

Fonte: revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/08/quando-devo-trocar-o-oleo-do-cambio.html

9 DICAS PARA CUIDAR DA MANUTENÇÃO DO MOTOR DO SEU CARRO

motor é o coração do veículo e precisa de manutenção periódica uma vez por ano ou a cada 10.000 km, no mínimo. Os cuidados mais comuns são a troca de óleo e dos filtros (ar, óleo e combustível). Mas há outros itens que demandam manutenção preventiva, como correia dentada, cabos e velas de ignição e fluido de arrefecimento.

A dúvida que pode surgir é: e quando a manutenção está em dia e o motor começa a falhar ou apresentar consumo elevado, o que pode ser e o que fazer? O primeiro item a ser verificado é o combustível, pois a qualidade é fundamental para o bom funcionamento do motor. Combustível ruim contamina o óleo lubrificante, as velas de ignição e os bicos injetores. Para evitar problemas, o recomendável é abastecer sempre no mesmo posto, em horário comercial e pedir nota fiscal. Pode ocorrer também de um ou mais componentes estarem com a especificação diferente da correta ou com defeito. Neste caso, é preciso revisar todos os sistemas até encontrar o defeito.

1- Limpeza dos bicos injetores

A equipe técnica da Magneti Marelli indica a limpeza dos bicos injetores nos casos em que o veículo apresenta dificuldade de partida ou consumo elevado de combustível. As válvulas não entopem, mas possuem filtros internos que podem ser substituídos. O diagnóstico é feito com equipamento especial, que mede a quantidade de combustível injetado. Se houver diferença entre os injetores é preciso fazer equalização, com uso de uma máquina específica para isso.

2- Injeção direta

A mesma atenção que se dá aos veículos com injeção indireta deve ser dada aos de injeção direta, explica a equipe da Magneti Marelli Aftermarket. A alimentação do combustível é pressurizada a 200 bar e os injetores devem ser verificados quando há sinais de problema. Algumas válvulas de injeção permitem reparos, com a troca de componentes e a identificação de reparo e/ou troca da peça sendo feita com auxílio de equipamentos específicos.

3 – Óleo do motor

Sempre utilize o óleo especificado no manual do proprietário, independentemente da quilometragem do veículo, e faça as trocas no prazo indicado. Jamais complete o nível. Se houver vazamento, corrija e troque o óleo. Sempre troque o filtro junto com o óleo, pois isso evita contaminação do lubrificante novo por impurezas do filtro velho

4- Mangueiras

Componentes de borracha presentes no cofre do motor envelhecem com o tempo e devem ser checados e trocados preventivamente, como mangueiras de combustível e radiador. A vida útil é de cinco anos (tal como pneus) e após esse período podem ressecar e criar fissuras.

5 – Velas

A vida útil de uma vela é determinada pelas montadoras. Nos manuais do proprietário o usuário pode verificar a recomendação de troca das peças de acordo com esses testes. A fabricante NGK recomenda a inspeção da vela a cada 10.000 km ou anualmente. Segundo o consultor de Assistência Técnica da NGK do Brasil, Hiromori Mori, o motorista que deseja melhor performance e dirigibilidade pode substituir sua vela de ignição comum por um modelo especial, feito de platina ou irídio, desde que haja aplicações do produto compatíveis.

6 – Turbo

Geralmente o turbo dispensa manutenção. Fabricantes garantem vida útil de até 200.000 km desde que seja utilizado corretamente e, para isso, basta realizar as trocas de óleo motor nos períodos previstos no manual do proprietário, uma vez que utiliza o mesmo lubrificante.

7 – Correia dentada

Deve ser substituída conforme a indicação da fabricante do veículo, no manual do proprietário. O desgaste que ocorre nos rolamentos auxiliares e esticadores acompanha o da própria correia. Além disso, para evitar que a nova correia sofra desgaste diferente da anterior por vícios dos componentes que trabalhavam no conjunto antigo, é altamente recomendada a substituição de todas as peças do conjunto de sincronização.

8 – Radiador

É muito importante assegurar que a água esteja com a proporção correta de aditivo, que deve ser a especificada pela fabricante do veículo. Periodicamente, deve ser dada atenção à manutenção do sistema de arrefecimento completo, observando a temperatura de trabalho do motor. Os técnicos da Magneti Marelli Aftermarket explicam que um motor operando acima ou abaixo da temperatura de funcionamento indica que há necessidade de revisão e manutenção.

9 – Filtros

Uma vez por ano, pelo menos, devem ser trocados os filtros de ar, óleo, combustível e ar-condicionado. O consultor técnico José Carlos Finardi, do Canal 100% Motor, não recomenda utilizar filtros laváveis. “Acompanhei diversos testes quando trabalhei em uma montadora, que mostraram ineficiência dos filtros laváveis após o primeiro uso”.

Fonte:revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/04/9-dicas-para-cuidar-da-manutencao-do-motor-do-seu-carro.html

O QUE É ESSA TAL DE SAE?

A SAE tem uma função importante no mercado de Lubrificantes Automotivos, mas você sabe o que ou quem é ela? Nós te explicamos!

Quem ou o que é esse tal de SAE?

Bem, nós te explicamos. Trata-se, na verdade, de uma sigla (como você já deve ter imaginado). É a Society of Automotive Engineers ou, como é chamada aqui no Brasil, a Sociedade de Engenheiros da Mobilidade, uma organização criada em 1905 para padronizar e normatizar itens relacionados ao setor automotivo, sejam eles: comerciais, industriais ou automobilísticos. Hoje, soma-se também às atividades da Associação a regularização do setor aeroespacial.

Seu critério de definição da viscosidade do óleo a baixas e altas temperaturas (aquele negócio de 15w – 40 etc) é, talvez, o trabalho mais conhecido da Associação, mas, além dele, existem muitas outras atividades sendo realizadas. Por exemplo, além das tarefas citadas anteriormente, a SAE também organiza simpósios, colóquios, cursos e eventos técnicos para trabalhadores do setor e desenvolve, por meio de seus colaboradores e associados, uma série de publicações técnicas, históricas e estatística, para divulgar os desenvolvimentos mais recentes da indústria.

Mundialmente o número de associados é de 140 mil engenheiros, técnicos e especialistas de mais de 65 países. Como no Brasil, onde a SAE também está presente, desde 1991, e já soma mais de 6 mil associados e pelo menos mil voluntários.

Fonte: http://www.totalbr.com.br/blog/o-que-significa-sae.html

Vantagem do álcool sobre gasolina é a maior da história

Vantagem do álcool sobre gasolina é a maior da história. Em alguns postos de Belo Horizonte, o preço do litro do etanol já é encontrado a 59% do valor do litro da gasolina. Em Minas, a média é de 61,65%, segundo o último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Trata-se do menor percentual da história. Ou desde 2003, quando o primeiro modelo no sistema flex ganhou as ruas do país.

Vantagem do álcool sobre gasolina é a maior da história

Vantagem do álcool sobre gasolina

Em todo o país, o preço do etanol pesquisado pela ANP acumulou queda de 5,76% em julho, na comparação mensal. Na média brasileira, a paridade é de 60,70% entre os preços médios do etanol e da gasolina. “Belo Horizonte, em relação à média do Estado, sempre apresentou preços mais baixos para o etanol. Mas, se observarmos de maneira geral toda Minas, podemos constatar que há uma diferença média, nas bombas, de R$ 2 entre o preço da gasolina e o preço do etanol”, afirma Campos.

Ele explica ainda que a relação entre a diferença dos dois combustíveis é a mais baixa da história, o que tem incentivado a produção do biocombustível. “O consumo de etanol cresceu 86% no último ano, o que é um grande incentivo para a indústria”, completa. Por uma questão de rendimento do motor, o álcool é vantajoso quando seu preço não ultrapassa 70% do valor do litro da gasolina.

O preço

A equipe de reportagem foi conferir nas bombas essa diferença de preço. Em um posto da Via Expressa, a diferença de percentual entre gasolina e etanol era de 59%. E o movimento no posto só aumentou, segundo um frentista que atendia no local. “Aqui fica muito movimentado, mas a maioria só abastece etanol” disse o frentista do estabelecimento, Matheus Gilberto, 21.

Por lá, o etanol comum estava a R$ 2,69. Mesmo preço de outro posto de combustíveis na região Noroeste, onde essa diferença chegou a 59,61%. “Moro na região Leste e lá também tenho notado queda no preço, assim como na região Central. O álcool está compensando”, diz o funcionário do ramo de transporte, Júlio Fernandes, 36.

Questionado sobre o assunto, o Sindicato do Comércio Varejista do Petróleo de Minas Gerais (Minaspetro) reforçou que não faz pesquisas de preço e que cada empresário “define seu preço de venda, que varia de acordo com inúmeros fatores, tais como estratégias comerciais, localização e concorrência, entre outros”.

Combustível ficou mais barato em 18 Estados

Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros recuaram em 18 Estados brasileiros e no Distrito Federal, segundo a ANP.

Os valores médios do etanol seguem vantajosos sobre os da gasolina nos cinco Estados entre os maiores produtores do país – São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Goiás e Mato Grosso.

O preço mínimo registrado na semana passada para o etanol em um posto foi de R$ 1,999 o litro, em São Paulo, e o máximo individual ficou de R$ 4,799 o litro, no Rio Grande do Sul. Em Minas esse preço foi de R$ 2,93, na última semana, segundo a agência.

A Petrobras anunciou que o preço médio do litro da gasolina, sem tributo, nas refinarias, que entra em vigor hoje, será de R$ 1,9331, queda de 0,69% ante o atual de R$ 1,9465. O preço do diesel, por sua vez, segue inalterado desde o dia 1º de junho.

Fontes: http://portallubes.com.br/2018/08/vantagem-do-alcool-sobre-gasolina/

Como poupar o carro em congestionamentos

 

O trânsito pesado e congestionamentos são parte da rotina de quem se desloca nos grandes centros urbanos – seja por um acidente, uma chuva repentina ou, como muito ouvimos nas rádios que monitoram o trânsito, apenas por conta do “excesso de veículos”. Além de exercitar a paciência e ouvir uma boa música para não perder o bom humor, você também pode tomar certas medidas para ajudar na conservação do seu carro.
Suavidade – Evite acelerações e frenagens bruscas. “Além de economizar combustível, movimentos mais suaves ajudam a prolongar a vida útil de todo o sistema de freios e também dos pneus”, explica Gerson Burin, coordenador do CESVI – Centro de Experimentação e Segurança Viária.

Outro pecado apontado por Burin diz respeito aos carros com transmissão manual. “É comum ver motoristas acelerando fundo e soltando o pedal da embreagem devagar”, diz, explicando que isso provoca um escorregamento desnecessário que reduz a vida útil do platô e disco de embreagem.

Ainda sobre os manuais, Marcio Azuma, membro da diretoria executiva da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva acrescenta que repousar o pé sobre o pedal da embreagem também compromete a vida útil de seus componentes. “Pelo mesmo motivo, em aclives, jamais se deve segurar o carro na embreagem”, diz. Ou seja, use sempre o freio e só acione a embreagem para colocar o carro efetivamente em movimento.

Fonte:www.revistaautoesporte.globo.com/Servico/noticia/2018/07/como-poupar-o-carro-em-congestionamentos.html

Óleo Lubrificante: a escolha errada pode ser fatal

Mecânicos e usuários sabem da importância do lubrificante nos componentes mecânicos do veículo: motor, transmissão, diferencial etc. Tanto que, muito dificilmente, ocorrem panes devido à falta de óleo nesses compartimentos. As exceções ficam por conta dos acidentes onde há o rompimento do reservatório. Na maioria das vezes, as panes por falta de lubrificação ocorrem por dois fatores básicos: a) Defeito mecânico, seja na bomba que faz a circulação e pressurização do lubrificante, seja no filtro ou mesmo nas linhas de condução (rompimento ou entupimento, quando existentes); b) Uso de lubrificante incorreto (especificações indevidas).

Como o primeiro, por vezes, é consequência do segundo, vamos focar na especificação do lubrificante a ser utilizado. Como já é sabido, os óleos lubrificantes são constituídos de dois componentes básicos: a) Uma base oleosa que pode ter origem mineral, sintética ou uma mistura das primeiras; b) Um pacote de aditivos (produtos químicos) que conferem ou melhoram determinadas propriedades a base. Sendo então uma das propriedades mais importantes de um lubrificante é sua viscosidade.

O que vem a ser viscosidade?
Ao contrário do que muitos pensam, viscosidade nada tem a ver com densidade. Viscosidade de um fluido é a medida da dificuldade que este tem para escoar. Já a densidade é a relação entre a massa e o volume de um fluido. Logo, podem ser encontrados fluidos de alta densidade e baixa viscosidade, como o mercúrio a temperatura ambiente. E vice-versa, como os óleos lubrificantes para engrenagens (alta viscosidade e baixa densidade).

Mas qual a importância da viscosidade no funcionamento e proteção dos sistemas mecânicos?
É justamente essa propriedade que define, por exemplo, se um lubrificante permanecerá ou não na folga de um mancal, proporcionando a este a tão desejada lubrificação dinâmica (flutuação do eixo). Se a viscosidade do lubrificante é muito baixa, o mesmo escapa da folga. Agora, se a viscosidade do lubrificante é muito alta, ele não consegue adentrar ao interior da folga. Em ambos os casos, a consequência é o atrito seco.

Dentro do universo automotivo, a viscosidade dos lubrificantes obedece a uma classificação feita segundo normas da SAE (Society of Automotive Engineers) em função de uma medição feita em laboratório, a alta e/ou a baixa temperatura. Por exemplo: SAE 30, SAE 40 (monoviscoso), SAE 20W40 (multiviscoso). O fabricante do veículo indica no manual do proprietário, juntamente com o produto da marca, a classificação da viscosidade dos produtos alternativos. E, via de regra, essa especificação é obedecida pelos lubrificadores, Guerreiros das Oficinas e usuários.

Mas não basta um lubrificante ter a viscosidade recomendada pelo fabricante do veículo para ele ser bom o bastante para atender ao mesmo. Essa viscosidade também tem que se manter estável, com as variações de temperatura.

De um modo geral, a viscosidade dos líquidos diminui com o aumento da temperatura. Para diminuir esse efeito e manter a mesma estável, dentro dos valores desejados, seja em altas ou baixas temperaturas, é preciso “temperar” os lubrificantes com aditivos especiais que desempenham esse papel: os chamados aumentadores de Índice de Viscosidade (I.V.).

Neste ponto, é preciso esclarecer que viscosidade é uma propriedade e Índice de Viscosidade é outra. O Índice de Viscosidade mede a estabilidade da viscosidade do lubrificante. Assim, é possível ter um lubrificante com baixa viscosidade e alto I.V. E vice-versa.

Mas, além dessas, existem outras propriedades que podem influenciar diretamente no desempenho e na durabilidade dos conjuntos mecânicos. Tudo depende da aditivação (tipo e quantidade) que o lubrificante recebe durante a sua fabricação. Porém, esses aditivos são caros. Logo, lubrificantes mais baratos costumam ter o mínimo de aditivação necessária para passar nos testes de laboratório e obter a classificação desejada. Quando submetidos a condições mais extremas, suas viscosidades podem perder a estabilidade e variar para fora da faixa desejada.

A consequência é aparecer sintomas de mal funcionamento, como “batidas” de tucho hidráulico quando o motor atinge ou ultrapassa ligeiramente a temperatura normal de trabalho. Falhas de lubrificação nos eixos dos turbo alimentadores também são frequentes quando se utiliza lubrificantes com baixo I.V. Em casos mais extremos, pode haver até mesmo a ocorrência de atrito seco nos mancais e formação de borras.

Então o lubrificante da marca do veículo é o melhor?
Com certeza, sim. Esse produto é formulado sob rígidas especificações impostas pelo fabricante do veículo. Ou seja: feito sob medida. É claro que existem outros produtos alternativos, de excelente qualidade, cuja recomendação, via de regra, acompanha a descrição do produto original, no manual do proprietário do veículo.

Mas e os outros? Existe uma forma de melhorar as suas condições de uso?
Pois bem, para quem insiste em usar produtos inferiores, ou não recomendados, existem aditivos melhoradores (produzidos por empresas renomadas) que, ao serem adicionados ao lubrificante já existente no compartimento, tendem a corrigir esses problemas (sobretudo o Índice de Viscosidade).
No entanto, não existe pronunciamento das montadoras a esse respeito. Além disso, é preciso levar em conta a relação custo-benefício: será que o custo para aditivas um lubrificante inferior não ultrapassa o do lubrificante original? É nessa hora que entra o Guerreiro das Oficinas como consultor, orientando o seu cliente a utilizar sempre o melhor produto. Afinal de contas, o que se economiza hoje com o lubrificante pode ser gasto em dobro amanhã com intervenções corretivas.

Fonte: www.omecanico.com.br/artigo-oleo-lubrificante-escolha-errada-pode-ser-fatal/